segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Inspiração

Gastei o meu tempo pensando em versos,
que ainda hoje não sei escrever.
Gastei o meu dia a fazer poesia,
mas nada era bonito de se ler.

Amaldiçoei então a retórica,
dei liberdade ao movimento do lápis.
Não sabia o que estava escrevendo,
aliás, não sei, não li, não reli.

Gastei o meu tempo com frases feitas,
que nada significam pra mim.
Gastei uma hora olhando a flor,
sem saber que na verdade a poesia estava em mim.

Aprendi que os versos sempre estiveram aqui,
não dependem em nada de mim.
Aprendi que só preciso entender o tempo,
a hora, que eles tem de sair.

Gastei o meu tempo pensando em versos,
que depois percebi, já estavam prontos.
Gastei o meu dia a fazer poesia,
mas quem me inspirou não está aqui.

MaY

Dedico essa poesia a um certo professor de teatro que postou Procura da Poesia de Carlos Drummond Andrade e com isso fez surgirem versos em minha mente.
Mas do que me ensinar a ser além de May, Dona Sarti, ele me ajuda ainda hoje.
Obrigada Marcelo!!!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Nada pra dizer

Acho eu que uma das piores sensações do mundo é querer se expressar de algum modo e não conseguir.
Bom, pelo menos pra mim essa é uma das piores.
Mas acho que artistas em geral entendem isso (não me considero artista só pra deixar claro, só imagino que eles compreendam). Eu não toco nenhum instrumento musical, mas por conhecer muitos "músicos' posso comparar esse branco a sensação horrível que deve ser estar inspirado e não conseguir compor nada.
Eu estou já há bastante tempo com muita vontade de escrever mas está complicado. Quando pego a droga do papel não sai nada, ligo o pc e: nada...
Já tentei de quase tudo que geralmente me inspira, mas nada parece funcionar.
Já ouvi as músicas que geralmente me inspiram, já assisti meu documentário favorito, assisti a filmes toscos mais uma vez, olhei pela janela, vi o Sol nascer e nada!!!!!!!!!
Conversei, chorei, pensei, cantei e encantei e nada parece funcionar.
Eu estava a beira de um colapso, então resolvi postar qualquer coisa, acho que o post farmácia deixou isso bem claro neh??
Se alguma alma caridosa está lendo isso e tem alguma idéia que não inclua nenhum tipo de alucinógeno eu aceito sugestões.
Estou ficando realmente irritada com isso!!!
e parece que não há nada que eu consiga fazer pra isso passar!
Eu provavelmente não estou fazendo nenhum sentido desde o primeiro parágrafo, mas eu precisava desabafar e deixar fluir todo o meu desespero nesse blog estúpido.
E honestamente dane-se se ninguém vai ler, hoje eu to má!!
Vou xingar mt no twitter!!
kkkkkkkkkkkkkkk
Desculpe, não resisto a essa frase,,,
Enfim, só quero escrever algo de inútil, mas que seja bonitinho ou faça sentido pra alguém mais além de mim!!
Bom, vou procurara alguma coisa pra ler e ver se posso fazer mais do que isso!!


xD
até o dia que eu conseguir algo..

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Farmácia

Mtuito tempo que não escrevo e hoje me veio uma vontade absurda de escrever, mas não é nenhum desabafo nem nada do gênero. Falarei sobre um assunto bem humano, mas principalmente feminino: Farmácia!!
Sabe quando você entra numa farmácia tipo, pra comprar band aid porque tem um maldito sapato que machuca seus dedinhos ou o calcanhar e vc entra na farmácia e pega o band aid.
E pronto! Pronto? Pronto o cacete, quando vc chega a achar a prateleira de curativos vc já tem um cestinha com coisas que vc acabou lembrando que precisava. Tipo o q? Ora, coisas essenciais na vida de uma garota comum, base fortalecedora para as unhas, um hidratante pra pele, pacote de algodão, removedor de esmaltes, escovas de dentes (nunca é demais), uma pinça, uma não, um monte já que custa só o,5o centavos *-* e quando você se da conta, você nem pegou o %#!!$ do band aid e já esvaziou completamente a carteira!!!
Quando eu saio da farmácia depois de gastar o que podia e o que não podia vem aquela sensação de cuuuulpa!! Eu olho pra sacola e penso "Meu Deus! Era só um curativo, e um esmalte no máximo e olha só eu saindo com trocentas coisas e nada na carteira, a não ser as moedas de troco!"
Por outro lado nada melhor do que entornar tudo em cima da cama e saber que os olhos brilham só de pensar no quanto sua pele irá ficar macia com o creme novo, as rugas surguirem na testa ao se perguntar se esse removedor de esmaltes cumpre a promessa de não manchar de branco nem ressecar as unhas!!
Não sei vocês, mas eu aaaaamo ir em farmácias, saí sem um tostão, mas compro coisinhas felizes que pelo menos no começo me traram alguns sorrisos bobos!!!


xD

Fico por aqui, pq sei que o papo compras não é dos melhores!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Hey U


É você mesmo. Você que nunca me viu chorar.

Você que só assistiu aos meus escândalos e risadas.

Você que me viu batendo cabeça em um show de rock qualquer.

Você que me viu cheia de vida.

Você que me viu cheia de tudo no olhar.

Você.

Você que não me conhece.

Eu posso ser “eu” demais o tempo todo.

E isso às vezes cansa, às vezes dói, às vezes sangra.

Isso pode até ser chato. Porque até mesmo tanta intensidade consegue ser entediante.

Não se iluda, não se encante, não se zangue.

Nunca prometi nada, nunca disse algo que fosse realmente relevante.

Não se apaixone, não se aproxime, não se importe.

Eu me cuidei bem até agora. Sem nunca contar com a sorte.

Posso parecer madura, mas sei que sou só mais uma menininha assustada.

Posso ser muito infantil e risonha, mas sei quanto custa, quanto vale e 
quanto dói cada sorriso.

as vezes eu surpreendo. Mas 5 minutos depois verá que era totalmente 

previsível. Preste atenção: previsível, não provável.

Eu sempre sei por onde ando.

Só que depois não lembro aonde passo.

Sou inquieta na minha preguiça.

E agitada no meu ócio.

Mas não se engane, minha lentidão não me permite ser estável.




MaY


quarta-feira, 15 de junho de 2011

A Guilhotina

O médico Joseph Ignace Guillotin foi um homen que vivei em uma era de caos e fúria, na qual as execuções
eram comuns e cotidianaas. Porém, até a revolução francesa, a França não tinha um instrumento definido para a pena capital: ora enforcava,-se condenados em postes, ora queimavam-se em fogueiras públicas
(como foi o caso de Joana D'arc) ou ainda praticavam o esquartejamento; além das mortes sob tortuta e
outras pouco piedosas. Mas o método mais utilizado era o da decpitação pelo machado. O problema dessa execução era que frequentemente, o carrasco errava o pescoço da vítima, tendo que golpeá-la repetidas
vezes até a morte.

Foi diante disso que o Dr. Guillotin decidiu que a França deveria ter um método eficaz de pena capital por
meio da decapitação. Elaborou, então, os planos de uma máquina (a partir de modelos anteriores) que
matasse de forma mais rápida e "piedosa". Entretanto, a máquina de Guillotin não era muito funcional, por
apresentar uma lâmina quadrada que, em alguns casos, travava no pescoço do condenado. Foi o próprio rei
Luís  XVI quem sugeriu uma lâmina angular.

Uma vez que esse invento se tornou oficial, passou a ser conhecida simplismente como "a máquina". E foi
somente após a morte da rainha que passou a ser chamada de guilhotina (guillotine). A última execução pública com essa máquina ocorreu no século XX.



       Texto extraído do livro Nova História Integrada



Achei esse texto interessante e como minha criatividade não anda lá essas coisas, resolvi postar,,
além do que eu sempre fui curiosa pra saber como surgiu a maquininha simpática!!

xD



Até a próxima...

sábado, 28 de maio de 2011

Pão de Queijo do Gui

Ingredientes

500g de polvilho azedo
300g de queijo parmesão ralado
1 1/2 xícara de leite
1 xícara de óleo
3 ovos ( a receita leva 4 ovos, mas olha o colesterol né gente?! )


Modo de preparo

Colocar todo o polvinho em uma vasilha grande e reservar;
em uma panela misturar oo leite o óleo e o sal, levar ao fogo até começar a fervura;
adicionar a mistura ainda quente a vasilha q já está com o polvilho e misturar bem;
adicione o queijo e continue misturando;
bata as claras em neve e adicione-as a mistura;
e logo depois as gemas;
De acordo com as intruções que o Gui acabou de me passar é só bater na massa e fazer os paezinhos da forma que você quiser;
e então leva-los ao forno em um tabuleiro já untado com um pouco de margarina...

20 minutinhos no forno pré-aquecido a 180º, ou até eles ficarem douradinhos, mas não bote os coitados no forno e vá pro msn!! Até miojo eu ja queimei assim!!!!

Eu ainda não fiz essa receita, mas o Gui levou pão de queijo pra mim e estava uma delíííciaa *_*

Então o ameacei e ele me deu a receita secreta!!!
Mentira, pedi a receita pra postar aqui e ele me deu!!!!

xD

Aproveitem!!!!

segunda-feira, 23 de maio de 2011

O Poder da validação0

Vale muito a pena ler esse texto! Eu amei!!
Parabéns  Stephen Kanitz
Eu validei alguém hj e vc??

"Todo mundo é inseguro, sem exceção. Os super-confiantes 
simplesmente disfarçam melhor. Não escapam pais, professores, chefes nem colegas de trabalho.
Afinal, ninguém é de ferro. Paulo Autran treme nas bases nos primeiros minutos de cada apresentação, mesmo que a peça que já tenha sido encenada 500 vezes. Só depois da primeira risada, da primeira reação do público, é que o ator se relaxa e parte tranqüilo para o resto do espetáculo. Eu, para ser absolutamente sincero, fico inseguro a cada novo artigo que escrevo, e corro desesperado para ver os primeiros e-mails que chegam.
Insegurança é o problema humano número 1. O mundo seria muito menos neurótico, louco e agitado se fôssemos todos um pouco menos inseguros. Trabalharíamos menos, curtiríamos mais a vida, levaríamos a vida mais na esportiva. Mas como reduzir esta insegurança?
Alguns acreditam que estudando mais, ganhando mais, trabalhando mais resolveriam o problema. Ledo engano, por uma simples razão: segurança não depende da gente, depende dos outros. Está totalmente fora do nosso controle. Por isso segurança nunca é conquistada definitivamente, ela é sempre temporária, efêmera.
Segurança depende de um processo que chamo de "validação", embora para os estatísticos o significado seja outro. Validação estatística significa certificar-se de que um dado ou informação é verdadeiro, mas eu uso esse termo para seres humanos. Validar alguém seria confirmar que essa pessoa existe, que ela é real, verdadeira, que ela tem valor.
Todos nós precisamos ser validados pelos outros, constantemente. Alguém tem de dizer que você é bonito ou bonita, por mais bonito ou bonita que você seja. O autoconhecimento, tão decantado por filósofos, não resolve o problema. Ninguém pode autovalidar-se, por definição.
Você sempre será um ninguém, a não ser que outros o validem como alguém. Validar o outro significa confirmá-lo, como dizer: "Você tem significado para mim". Validar é o que um namorado ou namorada faz quando lhe diz: "Gosto de você pelo que você é". Quem cunhou a frase "Por trás de um grande homem existe uma grande mulher" (e vice-versa) provavelmente estava pensando nesse poder de validação que só uma companheira amorosa e presente no dia-a-dia poderá dar.
Um simples olhar, um sorriso, um singelo elogio são suficientes para você validar todo mundo. Estamos tão preocupados com a nossa própria insegurança, que não temos tempo para sair validando os outros. Estamos tão preocupados em mostrar que somos o "máximo", que esquecemos de dizer aos nossos amigos, filhos e cônjuges que o "máximo" são eles. Puxamos o saco de quem não gostamos, esquecemos de validar aqueles que admiramos.
Por falta de validação, criamos um mundo consumista, onde se valoriza o ter e não o ser. Por falta de validação, criamos um mundo onde todos querem mostrar-se, ou dominar os outros em busca de poder.
Validação permite que pessoas sejam aceitas pelo que realmente são, e não pelo que gostaríamos que fossem. Mas, justamente graças à validação, elas começarão a acreditar em si mesmas e crescerão para ser o que queremos.
Se quisermos tornar o mundo menos inseguro e melhor, precisaremos treinar e exercitar uma nova competência: validar alguém todo dia. Um elogio certo, um sorriso, os parabéns na hora certa, uma salva de palmas, um beijo, um dedão para cima, um "valeu, cara, valeu".
Você já validou alguém hoje? Então comece já, por mais inseguro que você esteja."

Stephen Kanitz

Artigo publicado na Revista Veja, edição 1705, ano 34, nº 24, 20 de junho de 2001, pág.22

 Postado por:Thayanne